sábado, 10 de fevereiro de 2018

Empresas usam eletricidade gerada por fontes renováveis e bactérias.
A Evonik e a Siemens planejam usar eletricidade gerada por fontes renováveis e bactérias para converter dióxido de carbono (CO2) em produtos químicos especiais. As duas empresas estão trabalhando em processos de eletrólise e fermentação, em um projeto de pesquisa em conjunto chamado Rheticus. O projeto foi lançado no último mês e deve ter duração de dois anos. A primeira usina de teste está programada para entrar em operação até 2021 na instalação da Evonik, em Marl, na Alemanha, que produz produtos químicos como butanol e hexanol, que são usados na produção de plásticos especiais e suplementos alimentares, por exemplo. A próxima etapa pode ser uma usina com capacidade para produzir até 20 mil toneladas por ano. Existe também a possibilidade de fabricar outros produtos químicos especiais ou combustíveis. Cerca de 20 cientistas das duas empresas estão envolvidos no projeto.

“Estamos desenvolvendo uma plataforma que nos permitirá produzir produtos químicos de forma muito mais econômica e verde do que hoje”, explica o Dr. Günter Schmid, responsável pelo projeto técnico da Siemens Corporate Technology. “Com a nossa plataforma, as empresas de energia poderão, no futuro, expandir suas usinas de acordo com suas necessidades”. A nova tecnologia combina vários benefícios. Além de permitir a produção sustentável de produtos químicos, ela também serve como um armazenamento de energia, podendo atender às oscilações de energia e ajudar a estabilizar a rede de distribuição. O projeto Rheticus está vinculado à Iniciativa Kopernikus de transição energética na Alemanha, que busca novas soluções para reestruturar o sistema energético. O projeto Rheticus receberá 2,8 milhões de euros de financiamento do Ministério da Educação e Pesquisa (BMBF) da Alemanha.

“Com a plataforma Rheticus, queremos mostrar que a fotossíntese artificial é viável”, acrescenta o Dr. Thomas Haas, responsável pelo projeto no departamento de pesquisa estratégica da Evonik Creavis. A fotossíntese artificial é onde o CO2 e a água são convertidos em produtos químicos usando uma combinação de etapas químicas e biológicas, em um processo semelhante àquele aplicado pelas folhas, que usam clorofila e enzimas para sintetizar a glicose.

A Siemens e a Evonik estão dedicando suas competências principais para essa colaboração de pesquisa. A Siemens fornece a tecnologia de eletrólise, que é usada no primeiro momento para converter dióxido de carbono e água em hidrogênio e monóxido de carbono (CO) usando eletricidade. A Evonik contribui com o processo de fermentação, convertendo gases que contêm CO em produtos úteis por meio de processos metabólicos com a ajuda de micro-organismos especiais. No projeto Rheticus, estas duas fases – eletrólise e fermentação – são ampliadas no laboratório e combinadas em instalações de testes técnicos.


Fonte: ENVOLVERDE
Cemaden e UKMet projetam riscos de extremos climáticos.
As análises dos efeitos provocados pelas mudanças climáticas e as projeções de riscos de inundações e de seca no Brasil foram os focos das reuniões realizadas, em janeiro, no Reino Unido, entre os pesquisadores do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) – unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações –  e do Serviço Meteorológico do Reino Unido (UK Met Office).

As reuniões entre os cientistas do UK Met Office e do Cemaden resultaram na identificação de oportunidades de colaboração contínua nos estudos sobre atribuição de eventos operacionais  e no aperfeiçoamento do modelo de representação da inundação de zonas úmidas na superfície terrestre. 

Foram, também, discutidas as projeções de risco de inundação no Brasil, além do potencial reconhecimento de causas resultantes da intervenção humana em eventos extremos.

“A participação do Cemaden no programa CSSP-Brasil oferece a oportunidade de capacitação no uso dos modelos climáticos desenvolvidos pelo UK Met Office.”, informa o hidrólogo Conrado Rudorff. 

“Isso contribuirá para as análises dos efeitos das mudanças climáticas sobre a infraestrutura de segurança hídrica nacional e os riscos de desastres naturais.”, complementa o pesquisador do Cemaden.

“Estamos estabelecendo um plano de pesquisa para avaliar as causas da seca dos últimos seis anos na Região Nordeste do Brasil, em parceria com o UK Met Office.”, informa o pesquisador e meteorologista do Cemaden, Christopher Cunningham, ressaltando que a ideia é levantar o potencial reconhecimento de  causas antrópicas em eventos extremos, como por exemplo, ondas de calor e períodos de chuvas intensas. “O Cemaden terá oportunidade de avaliar – em parceria com diversas instituições europeias, integrantes do projeto Helix – os impactos potenciais através de simulações climáticas globais de alta resolução”, afirma o pesquisador.


Fonte: ENVOLVERDE

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

O Brasil foi o primeiro país no mundo a proibir o uso dos aditivos em cigarros.
O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil manteve a validade da resolução 14/2012, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que impede o uso de aditivos em produtos derivados do tabaco. Com isso, volta a ficar proibido o uso desses agentes para, por exemplo, modificar o sabor e o cheiro de cigarros, tornando-os mais atrativos, principalmente para os jovens. A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OPAS), comemorou a sentença.

“O Brasil dá um importante passo em direção ao cumprimento da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco (CQCT) e se junta ao Uruguai, Panamá e Costa Rica, que já proibiram aditivos na região das Américas”, destaca o consultor de Tabaco do escritório da OPAS/OMS no Brasil, Diogo Alves.

Em seus votos contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4874, os ministros do STF Celso de Mello, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber se ampararam em evidências da OPAS/OMS sobre a epidemia do tabagismo e seus custos econômicos.

O uso do tabaco é a principal causa evitável de mortes em todo o mundo, tirando a vida de mais de 7 milhões de pessoas por ano. Além disso, é um dos principais fatores de risco comuns para as doenças crônicas não transmissíveis (como câncer e diabetes), que levam à morte de 40 milhões de pessoas por ano – o equivalente a 70% de todas as mortes em todo o mundo.

Os custos econômicos do consumo do tabaco também são enormes, totalizando mais de 1,4 trilhão de dólares — cerca de 4,43 trilhões de reais — em despesas de saúde e perdas de produtividade.

A maioria dos fumantes começa a consumir esses produtos antes dos 18 anos de idade, o que torna os jovens estrategicamente importantes para a indústria do tabaco. Um estudo realizado em 2014 nos Estados Unidos demonstrou que 73% dos estudantes do high school — equivalente no Brasil ao ensino médio — e 53% dos alunos da middle school — equivalente ao ensino fundamental — que haviam consumido derivados de tabaco nos últimos 30 dias usaram produtos com sabor.

Segundo as diretrizes parciais da OMS para a implementação da CQCT, aprovadas por consenso durante a 4ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro em 2010, a regulamentação dos ingredientes destina-se a reduzir a atratividade dos produtos de tabaco, podendo, assim, contribuir para diminuir a prevalência do seu uso e a dependência entre usuários novos e contínuos.

A OMS recomenda aos países que regulamentem, proíbam ou restrinjam colorantes e ingredientes que possam ser usados para melhorar o gosto ou criar a impressão de que sejam positivos para a saúde. O mesmo vale para ingredientes que estejam associados a energia e vitalidade.

O Brasil foi o primeiro país no mundo a proibir, em 2012, o uso dos aditivos. Posteriormente, pelo menos 33 outros países baniram produtos de tabaco com os chamados flavorizantes (aditivos de sabor), como Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Cingapura e Tailândia.


Fonte ONUBR
Câncer é o maior desafio dos sistemas de saúde no Brasil.
O câncer é uma das doenças que mais desafia os sistemas de saúde no Brasil e no mundo. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), devem surgir no país 1,2 milhão de novos casos da doença em 2018 e 2019. Só este ano, a estimativa é de 582 mil novos casos. Atenta ao problema e para reforçar a preocupação com o tema – lembrado neste domingo (4/2), Dia Mundial do Câncer –, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) destaca algumas das principais medidas que vêm sendo propostas e implementadas junto ao setor de planos de saúde para prevenir e tratar a doença.

Desde janeiro, a lista mínima obrigatória de cobertura dos planos de saúde contempla novos procedimentos dedicados ao cuidado oncológico. Foram incluídos oito medicamentos orais para tratamento de diversos tipos de câncer, como de pulmão e próstata, além de melanoma e leucemia. 

Também foi adicionado à lista mínima o exame PET-CT para o acompanhamento de tumores neuroendócrinos e a cirurgia laparoscópica para tratamento do câncer de ovário. Alguns destes procedimentos possuem as chamadas Diretrizes de Utilização, que estabelecem critérios para que a cobertura seja obrigatória, o que permite uma incorporação mais ampla de novas tecnologias. Com a atualização do Rol, a ANS busca assegurar acesso dos beneficiários de planos de saúde a procedimentos nos quais os ganhos coletivos e os resultados clínicos são mais relevantes para os pacientes, refletindo no ganho de qualidade de vida.

A Agência também incentiva as operadoras de planos de saúde a implantarem programas de promoção da saúde e prevenção de doenças (Promoprev), uma vez que o aumento da prevalência das doenças crônicas, incluindo o câncer, enseja ações mais voltadas para os cuidados preventivos. De acordo com última edição do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, somente em 2016, os beneficiários de planos de saúde realizaram 1.004.900 consultas com oncologista, 1.184.159 sessões de quimioterapia, 1.216.632 sessões de radioterapia e 314.748 internações decorrentes de neoplasias.

Outra frente da ANS voltada a melhorias na assistência oncológica prestada pela saúde suplementar é o Projeto OncoRede. A iniciativa, desenvolvida em parceria com institutos de pesquisa, instituições de referência no tratamento do câncer e associações de pacientes, visa implantar um novo modelo de cuidado para beneficiários de planos de saúde, propondo um conjunto de ações integradas para reorganizar, estimular a integração e aprimorar a prestação de serviços de atenção oncológica na rede de saúde suplementar. 


Fonte: ENVOLVERDE
Distribuição irregular de chuvas no verão prejudica municípios brasileiros.
Em pleno verão, quando as chuvas são mais corriqueiras e servem para encher reservatórios superficiais e subterrâneos,  o desequilíbrio na distribuição das chuvas está levando a extremos. O Ministério da Integração Nacional reconheceu situação de emergência em municípios de sete estados: Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Sergipe e São Paulo.

A seca e estiagem prolongada afeta os municípios de Santa Teresinha e Água Fria, na Bahia; Carira e Gararu, em Sergipe; e os municípios mineiros de São João da Ponte, Januária, Juramento, Novorizonte, Luislândia, Ibiracatu, Várzea da Palma, Gameleiras, São Francisco e Pai Pedro.

Já os municípios de Miracatu, em São Paulo; Mirassol D Oeste, em Mato Grosso; e Novo Horizonte do Sul, Tacuru e Sete Quedas, em Mato Grosso do Sul, foram afetados por chuvas intensas.

Com o reconhecimento da situação de emergência, as prefeituras podem solicitar apoio da Defesa Civil Nacional para ações de socorro e assistência à população, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de áreas atingidas pelos desastres naturais.

Para acessar o apoio emergencial, disponibilizado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), os municípios devem apresentar um relatório com o diagnóstico dos danos e um plano de resposta. Após a análise, se aprovado, o recurso é definido e liberado.


Fonte: ENVOLVERDE
TCE de São Paulo cria observatório para monitorar ODS da ONU.
Em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Tribunal de Contas do estado de São Paulo (TCESP) lançou o Observatório do Futuro, uma iniciativa para acompanhar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS). Projeto cria um núcleo de monitoramento que vai realizar estudos e atividades de capacitação de servidores, colaborando com a sistematização e divulgação de dados e boas práticas.

“Como órgão de controle externo e ferramenta para o exercício da cidadania, não poderíamos deixar de participar desse processo mundial de busca pelo bem comum e pela efetividade das políticas públicas. O TCE pode auxiliar na conscientização dos administradores e ainda orientá-los a incluir essas metas no planejamento dos governos”, afirmou o presidente da corte, Sidney Beraldo.

Encarregados da primeira análise sobre o uso dos recursos estatais, os fiscais verificam questões de legalidade e legitimidade, tendo em vista a eficiência e a efetividade da aplicação de recursos em políticas públicas. A partir dessa avaliação, técnicos, auditores e conselheiros do TCESP podem avaliar a qualidade do gasto de governos e instituições. Os ODS passarão a fazer parte da lista de itens conferidos pelos fiscais.

Por meio do Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEG-M), o Tribunal já monitora as atividades desenvolvidas por agentes públicos. Com isso, o órgão é capaz de identificar características da gestão municipal, de forma clara e objetiva, consolidadas em um único índice. O IEG-M será utilizado pelo Observatório como ferramenta de acompanhamento da incorporação dos ODS nas políticas.

“Com o lançamento do Observatório, o Tribunal de Contas de São Paulo coloca-se na vanguarda do acompanhamento dos ODS. A extensa base de dados do IEG-M mostra-se uma poderosa ferramenta para fazer uma verificação concreta do avanço dos indicadores dos ODS. O PNUD Brasil vê com muita alegria a parceria com o TCE, considerando que é um agente fundamental para auxiliar no alinhamento das políticas públicas com uma visão integrada em comum, consubstanciada nos ODS”, disse o representante-residente do PNUD, Niky Fabiancic.


Fonte: ONUBR
ONU lança lista das ameaças ambientais para 2018.
A ONU Meio Ambiente listou as principais ameaças ambientais que precisarão ser enfrentadas este ano. Entre elas, estão os danos provocados nos recifes de corais, a poluição por plástico dos mares e oceanos, entre outras. Veja a lista completa.
1. Recifes de coral
Com três quartos dos recifes de corais do mundo já sob risco — devido a ameaças que vão desde espécies invasivas à acidificação do oceano e poluição por protetores solares — a hora da ação é agora. A Iniciativa Internacional para os Recifes de Coral escolheu 2018 como o Ano Internacional dos Recifes de Coral. As ações já começaram em Fiji, com o anúncio governamental de importantes locais de preservação. A ONU Meio Ambiente já começou uma análise detalhada da situação dos recifes de coral no Pacífico. Aguarde mais notícias e ações sobre o tema durante o ano.

2. Poluição por plástico
Com base no impulso gerado pela Assembleia Ambiental da ONU do ano passado, um grande foco será dado este ano no sentido de combater a poluição por plástico — eliminando as sacolas descartáveis, banindo os microbeads (micropartículas de plásticos) nos cosméticos e promovendo o uso de alternativas sustentáveis. A expectativa é de que haja mais notícias e importantes anúncios sobre este tema, incluindo de companhias multinacionais, em 2018.

3. Deixar o mundo dos esportes mais verde
Com as Olimpíadas de Inverno em Pyeongchang, na Coreia do Sul, no mês que vem, a Copa do Mundo da Rússia, em junho e julho, e os Jogos Olímpicos de Verão da Juventude, em Buenos Aires, em outubro, 2018 será um ano esportivo. Fique atento aos anúncios de novos compromissos de sustentabilidade de importantes organizações esportivas. Com bilhões de fãs de esporte no mundo todo, o impacto potencial é enorme.

4. Meio ambiente e migração
Em dezembro, a comunidade internacional irá se reunir nos Marrocos para tentar fechar um novo pacto para migrantes e refugiados. As mudanças climáticas e a degradação ambiental já foram oficialmente reconhecidas como impulsionadores da migração — um fato que, corroborado pelos desastres relacionados ao clima, continuam a gerar manchetes na imprensa.

5. Cidades e mudanças climáticas
Um importante tema de 2018 será como as cidades do mundo podem liderar a redução da emissão de gases do efeito estufa e desenvolver formas inovadoras de se adaptar às mudanças climáticas. Momentos importantes nessa frente será a Conferência de Cidades Resilientes que ocorre em abril em Bonn, na Alemanha, e a Cúpula de Ação Global para o Clima, que será realizada em setembro em São Francisco, nos Estados Unidos.

6. Grandes gatos
No último século, o mundo perdeu 95% de sua população de tigres. Em apenas 20 anos, a população de leões na África caiu mais de 40%. Leopardos da neve, onças e espécies similares também estão em perigo devido à perda de seus habitats, à caça e outros tipos de ameaças. Em 2018, a expectativa é de que haja novas iniciativas para proteger os “grandes gatos” do mundo.


Fonte: ONUBR

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Programa de crédito universitário do País anuncia a captação de R$ 200 milhões.
Com 12 anos de atuação e mais de 120 mil estudantes beneficiados, o PRAVALER, maior programa de crédito universitário do País, anuncia a captação de R$ 200 milhões para crédito a estudantes – maior valor já captado para essa finalidade no país. A demanda para a nova captação foi mais que o dobro do valor efetivamente captado e alcançou R$ 420 milhões.

“A alta demanda deixa clara a perspectiva positiva do mercado para a nossa empresa, que há 12 anos criou no Brasil o mercado de crédito privado estudantil”, explica Luiz Barros, CFO da Ideal Invest, gestora do PRAVALER.

“Assim como o mercado, temos certeza que haverá maior demanda pelo crédito privado e as instituições de ensino podem contar com o PRAVALER. Já temos esse modelo em atuação, com sucesso em 500 instituições de ensino em todo Brasil, que representam 55% das matrículas do ensino superior privado. Nossa experiência nos fez chegar a um modelo de análise de crédito proprietário que garante aprovação de um elevado percentual de alunos, com inadimplência controlada, o que viabiliza a sustentabilidade do negócio ao longo do tempo, mesmo no recente período de crise econômica”, complementa Carlos Furlan, CEO da Ideal Invest.

A perspectiva de maior demanda reflete também as novas modelagens do Fies. O Governo Federal sancionou em dezembro de 2017 regras do Novo Fies, que passa a contar com três modalidades a partir de 2018. Com as mudanças, agentes privados como o PRAVALER poderão oferecer o financiamento estudantil aos alunos que não se enquadrarem às novas regras do FIES 1, que conta exclusivamente com recursos públicos). O PRAVALER está completamente preparado para atender à demanda já neste início de 2018.


Fonte: ENVOLVERDE
Medidor mostra que 61% dos deputados atuam contra agenda socioambiental no Brasil.
Pelo menos 313 deputados federais, ou 61% da Câmara, têm atuação parlamentar — em votações ou na elaboração de projetos de lei — desfavorável à agenda socioambiental, que envolve a preservação do meio ambiente, os direitos dos trabalhadores rurais e a defesa de comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas.

Os dados são resultado de um levantamento inédito feito pela Repórter Brasil por meio do Ruralômetro, banco de dados e ferramenta interativa que avalia o comportamento dos deputados eleitos em 2014 diante da agenda socioambiental.

O Ruralômetro foi lançado nesta terça-feira (30 de janeiro) no site da Repórter Brasil, e tem acesso gratuito: http://ruralometro.reporterbrasil.org.br.

O levantamento avaliou 131 projetos de lei cujos autores são deputados eleitos em 2014 e 14 votações nominais (em que deputados registram seu voto). Todos apresentam algum tipo de impacto ao meio ambiente, povos indígenas e trabalhadores rurais.

Oito organizações independentes do terceiro setor classificaram essas votações e projetos de lei como favoráveis ou desfavoráveis (à agenda socioambiental), o que permitiu avaliar e pontuar os parlamentares. São elas: Instituto Socioambiental (ISA), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados(as) Rurais (Contar), Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase), Greenpeace e Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente.

Entre os deputados com pior pontuação – representados no Ruralômetro com temperaturas febris variando de 37,4⁰C a 42⁰C graus de febre -, há ministros do atual governo, ex-ministros e pré-candidatos. Dos 313 deputados que tiveram comportamento legislativo desfavorável à agenda socioambiental, quase a metade (49%) é da bancada ruralista, ou seja, são integrantes da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA).

O deputado pior avaliado é o presidente da bancada ruralista, Nilson Leitão (PSDB-MT), que foi pontuado com 42⁰C de febre. Leitão é autor de nove projetos de lei desfavoráveis e votou ‘sim’ em sete medidas provisórias ou projetos de lei considerados desfavoráveis ao setor socioambiental.

Enquanto Leitão tem 42℃ de febre, a aspirante a ministra do Trabalho, Cristiane Brasil, tem 39,3℃, e os ministros Carlos Marun (Secretaria de Governo) e Leonardo Picciani (Esportes) têm 40℃ e 40,2℃ respectivamente. Dos pré-candidatos, Jair Bolsonaro (presidência) tem 38,7⁰C e Celso Russomanno (governo de São Paulo), tem 39,8⁰C de febre.


Fonte: ENVOLVERDE
Universidade divulga lista de ingresso para refugiados.
A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) divulgou o resultado final da seleção para ingresso de refugiados nos cursos de graduação presenciais em 2018.

A seleção é feita por meio dos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em edições realizadas a partir do ano de 2013. Em 2018, estão sendo convocados para matrícula candidatos aprovados em três cursos, todos ofertados no Campus São Carlos.

A seleção específica para ingresso de refugiados na graduação presencial é realizada pela UFSCar desde 2009, tendo sido incorporada como uma das metas de seu Programa de Ações Afirmativas, aprovado em 2017 pelo Conselho Universitário (ConsUni).

Somente podem participar da seleção pessoas que comprovem o status de refugiado no País, obtido por meio de atestado emitido pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão vinculado ao Ministério da Justiça.


Fonte: ENVOLVERDE
ONU e Sebraer buscam empreendedores em ecoinovação para água.
De toda a água do planeta, apenas 2,5% correspondem à água doce e uma parte ainda menor é limpa, segura e potável. Ciente de que a escassez hídrica — em termos de quantidade e qualidade — é um dos maiores desafios globais, a ONU Meio Ambiente e o Sebrae estabeleceram parceria para unir a força da ecoinovação e do empreendedorismo e encontrar possíveis soluções para os desafios de gestão da água. Juntos, e com o apoio do Green Nation, lançam nesta semana um edital para selecionar as melhores ideias e startups para o ‘Camp de Ecoinovação: Desafio Água’, que será realizado em Brasília, de 19 a 21 de março, durante o 8º Fórum Mundial da Água.

Serão selecionadas as propostas com soluções mais criativas e sustentáveis para os problemas da água nas áreas de indústria, cidades e agricultura. Poderão participar do desafio as startups em estágio de operação ou tração e os empreendedores com ideias inovadoras que ainda não tenham sido comercialmente exploradas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 18 de fevereiro pelo site http://sebrae.com.br/desafioagua. O processo seletivo vai eleger até dez ideias e até dez startups com projetos para o setor público e privado.

Na área de cidades, buscam-se alternativas à energia hidrelétrica, despoluição dos rios e mares e soluções em saneamento básico, entre outras. Já na indústria, que responde por 22% do consumo total da água no mundo, os desafios incluem a descontaminação da água, o consumo consciente e os processos de reúso. Por fim, na agricultura, que utiliza mais de 70% dos recursos hídricos globais, procuram-se alternativas à irrigação, às fontes de abastecimento, entre outras.

Durante o Camp de Ecoinovação, uma ideia e uma startup serão eleitas vencedoras, que serão premiadas com gadgets, mentorias exclusivas com especialistas e investidores e credenciais para participação em eventos de representatividade do segmento de startup. Todos os participantes do Camp se beneficiarão de mentorias gratuitas durante a competição, além da expansão da sua rede de contatos e da divulgação de seus projetos para um público especializado.

Para o Sebrae, é importante apresentar oportunidade para unir os pequenos negócios e ideias que gerem impacto social. O Camp será realizado no Espaço Green Nation, na Vila Cidadã, durante o Fórum Mundial da Água.

O Fórum Mundial da Água será sediado pela primeira vez no Hemisfério Sul, estimulando o diálogo e a mobilização de diversos atores em torno do desafio global da água. A expectativa é de que se reunirão em Brasília cerca de 40 mil representantes de 170 países.


Fonte: ENVOLVERDE
Itaipu apresenta tecnologias inovadoras no Smart City Expo Curitiba 2018.
Soluções inteligentes para as cidades do futuro, com redução de impactos ambientais e melhor aproveitamento de recursos naturais e energéticos, estão entre os principais temas a serem discutidos durante o Smart City Expo Curitiba 2018. Cinco mil pessoas são esperadas para a edição brasileira do maior evento do mundo sobre cidades inteligentes, que será realizado nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, no Expo Renault Barigüi.

Alinhada com esses temas, a Itaipu Binacional, uma das organizações parceiras do evento, vai apresentar alguns de seus projetos de maior impacto no campo da produção de energia limpa e renovável, bem como na mobilidade elétrica.

“Pelo que se observa na área de energia em todo o mundo, está em curso uma grande transformação nos modelos de produção e distribuição de energia, partindo para fontes renováveis e um modelo descentralizado, com a geração junto ao consumo, como no caso da fonte solar e do biogás”, explica o superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Paulo Schmidt.

Há quase 10 anos, a Itaipu, em parceria com diversas instituições, vem estimulando na Região Oeste do Paraná a produção de energia a partir do biogás, que é obtido com o tratamento de dejetos da agropecuária. Essa fonte energética pode ser utilizada tanto para a produção de eletricidade como para energia térmica ou veicular. Além de eliminar a produção de gases efeito estufa, o processo tem como subproduto o biofertilizante.

Esse sistema já é utilizado em cooperativas, agroindústrias e granjas dedicadas à suinocultura e à pecuária de leite. E o mesmo sistema pode, também, ser aplicado no tratamento de esgotos urbanos, transformando um problema (a poluição) em solução (energia limpa e renovável).

A Itaipu também vem atuando há uma década anos na pesquisa e desenvolvimento de veículos elétricos, bem como no armazenamento de energia (baterias), componente que é essencial para a disseminação desse tipo de tecnologia. A binacional, inclusive, acaba de inaugurar o Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Elétricos (CPDM-VE), espaço com mais de 3 mil metros quadrados de área construída e que conta com laboratórios, oficinas, ferramentaria e showroom, entre outro espaços voltados à pesquisa e inovação.

Entre os projetos que serão desenvolvidos no centro estão a segunda geração da bateria de sódio com tecnologia nacional, em parceria com a Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI); sistemas inteligentes de armazenamento de energia, com aplicação em áreas isoladas; e soluções para gestão de energia e mobilidade.

Desde 2007, o projeto Veículo Elétrico viabilizou a montagem de diversos veículos movidos à eletricidade, desde automóveis a até mesmo um avião, passando por utilitário, ônibus e caminhão. 

Diversos carros montados na Itaipu são utilizados por empresas do setor elétrico e pela própria usina, viabilizando testes de carga na rede elétrica. Além de contar com vários automóveis elétricos em sua frota, a Itaipu também vem desenvolvendo projetos de compartilhamento e monitoramento de veículos elétricos.


Fonte: ENVOLVERDE

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Câmara analisa projeto que incentiva a agricultura urbana.
A Câmara analisa projeto que incentiva a agricultura urbana no âmbito das políticas nacionais de interesse social (PL 9052/17). A proposta do deputado Nilto Tatto (PT-SP) prevê o incentivo por meio de dispositivos na Lei 11.124/05, que trata do Sistema nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS) e que tem como um dos objetivos viabilizar para a população de menor renda o acesso à terra urbanizada e à habitação digna e sustentável.

O texto também prevê a implantação de projetos de agricultura urbana de base comunitária complementares aos programas habitacionais de interesse social.

Para Nilto Tatto, a prática da agricultura urbana surge como estratégia efetiva de fornecimento de alimentos, de geração de empregos, de garantia da segurança alimentar e de melhoria da nutrição dos habitantes das cidades.

“Além de complementar a alimentação das famílias de baixa e média renda, vislumbra-se também a geração de excedentes, que podem ser direcionados ao comércio local. O melhor aproveitamento dos espaços urbanos reduz sobremaneira o custo logístico, ao aproximar a produção do consumidor final, diminuindo também a pegada ecológica do processo”, defendeu o autor da proposta.


Fonte: ENVOLVERDE
Estado do Rio de Janeiro decreta situação de emergência por estiagem.
O governo do estado do Rio de Janeiro decretou nessa na última quinta-feira (25) situação de emergência nos municípios de Natividade, Itaperuna e São Francisco de Itabapoana pela estiagem registrada nos últimos meses. O decreto foi publicado no Diário Oficial de hoje (26).

Segundo o governo, as três cidades do norte fluminense já registram prejuízos na produção agrícola com a pouca ocorrência de chuvas. Em Natividade, produtores locais já teriam acumulado perdas de R$ 5 milhões. O decreto libera os municípios para contratar serviços e obras sem licitação, desde que sejam para atender à situação de emergência.  A medida terá vigência de 180 dias.

A meterologista Marlene Leal, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), explica que uma massa de ar tropical está sobre parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste e têm impedido o avanço de frentes frias, que chegam do Sul. “Esse bloqueio deve ser rompido nos próximos dias. A gente tem uma previsão de chuvas que podem ser fortes, atingindo a região Centro-Oeste e o Sudeste como um todo”.


Fonte: ENVOLVERDE
Brasil estará no United Nations Economic and Social Council Youth Forum.
O Brasil estará presente, por meio de uma comitiva que contempla representantes do Governo, Sociedade Civil e de Empresas no United Nations Economic and Social Council Youth Forum (ECOSOC Youth Forum 2018), evento anual onde jovens de todo o planeta debatem e propõem ações para as políticas adotadas pela Organização das Nações Unidas (ONU). Este é um dos eventos mais importantes de juventude no mundo e nesta edição, o evento trará, entre outros temas, o debate sobre o papel da juventude na construção de comunidades urbanas e rurais resilientes e sustentáveis. O evento acontece entre os dias 30 e 31 de janeiro, na sede da ONU em Nova York.

A comitiva brasileira que acompanhará o evento será formada por membros do Instituto Global Atitude, formado por jovens selecionados pelo projeto Democracia Civil e membros da empresa convidada Eureca – organização que busca empoderar jovens para empreender as transformações que o mundo precisa, seja dentro ou fora de corporações. Para Marcus Barão, Presidente do Fórum de Juventude dos Países de Língua Portuguesa (FJCPLP) e Vice Presidente do Conselho Nacional da Juventude (CONJUVE) “O ECOSOC Youth Forum, pela sua institucionalidade e alcance global é uma oportunidade de contribuir de maneira concreta para a construção de soluções inovadoras para os desafios da nossa sociedade.”

Sobre o tema da edição 2018 do evento, que é o Papel da juventude na construção de comunidades urbanas e rurais resilientes e sustentáveis, Barão completa dizendo que “A vida acontece nas comunidades, urbanas ou rurais. É no território que as pessoas vivem, sofrem ou são felizes. Discutir este tema num espaço como este é fundamental para o desenvolvimento de uma visão global que seja capaz de se converter em ação e impacto local”.


Fonte: ENVOLVERDE